- agosto 26, 2017
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- agosto 26, 2017
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Na linguagem binária os únicos algarismos utilizados são 0 e 1 e, apesar do minimalismo, todo o restante é criado a partir desses dois pólos. Atualmente há na nossa sociedade, assim como na informática, uma grande polarização, seja em aspectos políticos, nas discussões de gênero ou até mesmo na divisão das cidades para a segregação entre pobres e ricos. Na arquitetura podemos apontar dois extremos: o clássico e o moderno. É fácil identificar nas cidades quais estruturas são contemporâneas e quais foram erguidas em outros séculos. Em locais com grande carga histórica como a cidade de Ouro Preto a arquitetura clássica é marcante e quase não encontramos construções mais modernas, o que contrasta com a cidade de São Paulo, por exemplo, onde esses valores são invertidos. Em alguns centros urbanos, como o Rio de Janeiro e até mesmo alguns bairros de Belo Horizonte, essa polarização faz-se menos evidente e o moderno se mescla com o clássico. Deve-se, portanto, tentar minimizar essa grande polarização sem deixar de guardar, estudar e valorizar os elementos do passado.
- agosto 20, 2017
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A arquitetura, assim como a roupa, foi concebida com o propósito de proteção e delimitação do espaço, além de ambas terem sido criação do ser humano. Dessa forma, é possível notar que há certas similaridades entre as duas e, à medida que a reflexão se amplia, torna-se cada vez mais difícil apontar as suas diferenças. No meu ponto de vista, a distinção entre as duas ocorre na informação que cada uma transmite e quem é o alvo dessa mensagem. Enquanto a roupa comunica algo mais pessoal, a arquitetura busca uma maior interação socioespacial. A vestimenta possui uma facilidade enorme de transmitir os aspectos pessoais de quem a usa, algo que a arquitetura também faz, porém com menor intensidade, visto que nela é preciso também avaliar os aspectos coletivos e espaciais.
- agosto 20, 2017
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Um dos pontos mais notáveis da reunião dos objetos é a menção do mito que provocou a Revolução: aquele em que o homem teria surgido de um simples objeto de barro, o que faz com que ele se torne equivalente a todos os outros objetos existentes, tornando possível que eles também se tornem dominadores. Outro tópico importante, portanto, é o objetivo da Revolução: a desvalorização da cultura, vista como um conjunto de "bens" e que coloca os objetos em posição vulnerável em relação aos seres humanos. Dessa forma, pode-se trazer a essência do texto para a nossa realidade e assim rever o nosso conceito de cultura e da relação homem-objeto. Como mencionado pelos colegas, a inversão da relação homem-objeto já está em curso e um dos exemplos mais evidentes é o aspecto dominante que as tecnologias — principalmente os smartphones — exercem em nossas vidas. Além disso, foi citada a desvalorização do senso crítico trazida por essas tecnologias, o que acaba provocando a supervalorização dos pensamentos coletivos em detrimento dos individuais.
- agosto 17, 2017
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